quinta-feira, 13 de setembro de 2012

FAVOR x GLÓRIA




Juventude - FAVOR x GLÓRIA, QUAL

TEM SIDO SUA ESCOLHA?

De que te valem  todas as bênçãos que o SENHOR pode te conceder aqui nesta terra? Se você não tiver um carro, uma casa, um diploma, um bom status social? Você pode dizer que servirá ao SENHOR, mesmo reconhecendo que ELE pode num estalar de dedos conceder todos os teus desejos? Você pode dizer: ‘Ainda que eu tenha que passar pelo vale da sombra da morte, não negarei ao seu nome, JESUS’. 

Sei que temos pouca fé se comparado a um pequeno grão de mostarda, mas idái, o que realmente importa hoje e agora é se você esta preparado para encontrar JESUS face a face, e ai, você esta? No dia de hoje o que você colocou no altar do SENHOR, qual sacrifício que você cedeu para gratificar o seu fôlego de vida por mais um dia? Será que realmente você tem sabedoria para agradecer a Deus  a altura do que ELE tem feito por você? 

Como tem sido suas orações a DEUS, você tem buscado apenas o favor de Deus, ou a glória?
Nós jovens de hoje, a nação eleita do Senhor, temos que mudar nosso jeito de pensar, temos que a apreender a enxergar JESUS não somente como o Pai que nos concede bençãos, e mais bênçãos. Mas, como o Pai maravilhoso que nos AMA, independente dos nossos erros e pecados, que almeja que o encontramos um dia na glória. 
Quando passamos a buscar a glória de Deus para nossas vidas, os propósitos de Deus começam a fluir em nosso coração, ai então, nós passamos a desejar cada dia mais e mais estar junto d’Ele, almejamos ter um encontro verdadeiro com JESUS. Claro que para conhece-lo mais afundo é necessário uma experiência verdadeira, mas aqui eu falo de algo sobrenatural que JESUS quer que conheçamos. 

Jovem, é a glória do Senhor que te fará não sentir desejo de fazer as coisas que o mundo faz, a glória do Senhor te fará reconhecer seu pecado, a glória do Senhor te fará estar todos os dias na presença d’Ele. 
A GLÓRIA DO Senhor te fará sentir amor pelas almas, é a glória do Senhor que te envia a lugares para falar do amor de Cristo, é a glória do Senhor que te faz dedicar cada instante ao Senhor, é essa mesma glória que te fará ser a diferença em meio a multidão.
Hoje, a minha dica aos jovens cristãos que amam a Deus sobre todas as coisas, e que querem viver uma vida de cruz verdadeiramente, sem rótulos, sem máscaras....é para que paremos de buscar somente o favor, mas que venhamos correr atrás da verdadeira glória que existe em Servir a Jesus, a glória que muda, que liberta, que transforma, que te  Salva! 

Jovem santo


Juventude - Ser jovem sem deixar de ser
 santo

Hoje em dia, a ideia de ser jovem, está um pouco generalizada.


Está muito padronizado, que os jovens de hoje em dia se envolvam em drogas ( além das bebidas e tabaco), e tendo contato com a sexualidade precocemente.

Ser jovem, não significa 'provar' para a sociedade, que você é maneiro.

Nada disso é maneiro, ou legal. O mundo é cheio de ilusões. Satanás só quer te prejudicar. E para isso, vai oferecer um prato lindo a você. Aparentemente delicioso. Porém é ilusão. Tudo aquilo vai te prejudicar.

Por exemplo: Você bebe em uma festa... O álcool vai fazer com que você fique alegre. Somente naquele momento. Depois toda aquela alegria, se transforma em angustia. E isso vai te afastando de Deus.

A alegria em Jesus, é duradoura. A alma fica rica.  Melhor ser feliz em Cristo, ou ser feliz com o mundo?

Você é jovem. E pode sim aproveitar sua juventude, sem se envolver espiritualmente com o mundo.



Em relação a namoro:

Deus nos dá o tempo certo para tudo. Temos que esperar com paciência em Jesus.

Se você namora, mantenha sua santidade, o seu compromisso com Jesus.

Ter relação sexual ativa na adolescência, é mais complicado do que se imagina.

O sexo, não é somente símbolo de prazer. Aliás, todos têm essa visão, mas não é esse o verdadeiro significado.

O sexo é vida. Um momento íntimo, que o casal tem de se envolver, se amar, e reproduzir.

É importante que seja depois do casamento, pois no casamento, há a benção de Deus para que aquele casal possa se amar, acima de tudo. No casamento,o casal começa uma nova vida com uma pessoa. E que assim, constitua uma família. 

Portanto, mantenha sua santidade. 

Espere em Jesus. Ele dá o tempo certo para tudo. ''Deus não demora, ele capricha''. Certo?

Em relação a festas:

Se caso você foi convidado para uma festa de amigos, pode ir. 
Porem há certas coisas que você não pode se envolver... E acho que você ja sabe quais!!

Você pode até dançar. Porém, que sua dança não tenha propósitos.

Não dance para seduzir alguém, ou aquelas danças insinuações sexuais.
Dance para você! Sem pecar. Dance com alegria. Mas preste atenção na música: Se você saber que a música não há devoção ao inimigo, ou a coisas do mundo, dance a vontade.

Mas se você souber que há, estará pecando, pois se envolverá na alegria de uma música, cujo não canta para o seu senhor.


Em relação a ficar:

Não é certo ficar. E vamos falar a verdade, também não é necessário, não é mesmo?

Não procure em outras bocas, o seu vazio, ou o que você julga como 'carencia'.

Esse seu vazio, talvez seja o espaço do espírito santo, que você ainda não preencheu.

Vá a igreja,  e proporcione a sí mesmo, momentos espirituais. 

Assim, você estará cheio(a) do Espírito Santo, e não verá necessidade em ficar!


Que a paz do senhor nos abençoe! Seja jovem, sem deixar de ser santo.

A alegria de viver em Cristo, é muito maior do que qualquer outra!!
Fique com a paz do Senhor Jesus!!!

Família feliz e abençoada

A família feliz é aquela que:

1) As mulheres submetem-se aos maridos como ao Senhor.
“Vós mulheres, sede submissas a vossos maridos, como convém no Senhor.”( v. 18)


Esta carta é endereçada a igreja que estava em Colossos., portanto era dirigida a crentes. A sociedade da época era patriarcal, não sendo necessário se ensinar que a mulher era submissa ao marido. 

Mas, o final do versículo é bem significativo: “... como convém no Senhor.”

Deus colocou a mulher como companheira e complemento do homem. Nenhuma mulher pode ser feliz senão reconhecendo o marido como o cabeça da família. Se ela remover o termo “obedecer”do casamento estará contrariando a Palavra de Deus ( Gen. 3:16) e se posicionando contra a própria felicidade.

Como convém no Senhor significa que Deus planejou para a mulher ser submissa ao marido. E o que significa submissão? Ter participação na missão do marido fazendo a parte dela. Esta palavra também se traduz como sujeita ao marido. Vivemos uma ênfase feminista em nossos dias, algumas mulheres querem se libertar, de quê? Do seu papel. Este submeter-se é aceitar o papel, função, posição. Não tem haver com superioridade masculina, pois que espiritualmente todos somos iguais perante Deus. Ser submissa também não pode ser confundido com passividade. A esposa tem que estar constantemente trazendo o esposo para o alvo do casamento que é um lar feliz.

Estou pregando a várias senhoras nesta manhã. Sei que algumas têm o lar cristão feliz e outras não. Digo a todas que é impossível um lar cristão sem ser norteado pela Bíblia, e ela está nos ensinando que vocês têm que se enquadrar no plano de Deus para a vida da esposa. Na família feliz a esposa desempenha bem o seu papel. E você está desempenhando? Examinem-se a si mesma agora e responda: Eu tenho me submetido a meu marido conforme a Bíblia manda? Ou será que os conflitos no lar têm acontecido pela não confirmação ao Plano de Deus para mim?

Lembre-se do campo de futebol e o time. Pode ser que o goleiro saia da sua posição, o que acontece? E você se deixar de cumprir a sua missão? Ou na linha de montagem, se colocar, se colocar o pneu debaixo do banco? Não. Você é a esposa, tem que ser esposa, desempenhe o seu papel e estará contribuindo para a felicidade da família.

Porém, não basta só a esposa fazer a sua parte. Há outros papéis também para a sua família ser feliz.

A Família feliz é aquela que:

2) Os maridos amam as suas mulheres tratando –as com carinho.
“Vós, maridos, amai vossas mulheres, e não as trateis asperamente.”
( v.19)


Agora o escritor desta carta se volta para o marido. Para o chefe do lar. Para o cabeça da família. Amará a esposa com amor “agapei” é o que a Bíblia ensina. O texto está demonstrando como é importante o mais sublime amor no casamento, pois está lembrando ao homem que ele te que amar a esposa.

O casamento é uma instituição divina, tendo sido Deus o 1° oficiante do enlace matrimonial.

Os ímpios também casam para mostrar os preceitos simples de moral cristão, Paulo escreve aos Colossenses, permeados pela expressão cristã: “no Senhor.”

Se os ímpios casam e vivem felizes em harmonia, quanto mais nós servos de Cristo. Por isso o marido deve amar a sua esposa e conseqüentemente tratá-la com carinho. Não ser áspero, não ser amargurado.

Conheci um senhor casado com uma bela jovem que a tratava muito asperamente. Ele era crente, dizia amá-la, porém não a tratava com carinho. Vivia pedindo oração pela conversão dela. Um dia aquela jovem senhora viajou para Belém. Lá permaneceu e nunca mais voltou; dizia que a sua vida familiar não era feliz. Era muito maltratada.

Se nós amamos alguém, temos demonstrar os frutos. A mansidão, temperança, paciência, estão ligados ao amor. Não adianta você marido dizer amar sua esposa e não tratá-la bem. Particularmente, procuro sempre mostrar meu amor pela Laura através de atos e me avalio sempre para ver se a estou tratando com carinho, sem amargura ou aspereza.

Algumas Bíblias traduzem o vocábulo “pikria” como mau humor. Sua esposa não é culpada pelos problemas do dia-a-dia. Não a use como desabafo, descarrego. Mostre seu amor através de atos e serão felizes.

Este terceiro aspecto da mensagem não se aplica à todos, mas é de suma importância para a sociedade atual.

A família feliz é aquela que:

3) Os filhos obedecem aos pais agradando ao Senhor
“Vós filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao senhor.
“(v.12)


Esta terceira orientação bíblica para a família ser feliz, pode ser aplicada aos ouvintes de duas formas, ou vocês são filhos ou já foram e poderão analisar se seguiram estes preceitos bíblicos. Podemos notar que o texto Paulino é bem claro. A obediência dos filhos aos pais agradam ao Senhor. É uma forma de louvar a Deus, de exaltar sua pessoa.

Mas, a palavra “em tudo”precisa ser explicada, como já vimos a carta é endereçada a crentes que pressupõem-se seguem fielmente a vontade de Deus. Se um pai é temente a Deus, um filho pode obedecê-lo em tudo.

Se não é, há vários perigos. Por exemplo, sua autoridade pode fazer os filhos roubarem em seu favor.

Vemos isto na Central do Brasil. Pivetes enviados pelo Pai ou mãe a fazer as piores coisas possíveis.

Mas, infelizmente, do lado de cá, da igreja, há os que usam da autoridade paterna ou materna. Querem ver:<
“Filho, diga que estou viajando se alguém ligar ! “Mas, papai ! Faça o que eu estou mandando.”


O que agrada ao Senhor é a obediência aos pais, quando em primeiro lugar eles obedecem a Deus. A bela passagem bíblica diz: “Mais importa obedecer aos homens que a Deus?” Não. “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens.” 

A obediência aos pais é disciplinar e não hierárquica. Você deve obedecer seus pais, pois eles querem o melhor para vocês. 

O problema alarmante do mundo é a falta de disciplina no lar. É necessário amar e apreciar os pais através da obediência. Interessante, que alguns jovens são ótimos na casa dos outros, mas não na sua. Não seja assim. 

Algumas versões colocam agradável ao Senhor como gratos ao Senhor. Ser obediente aos pais é uma forma de agradecer a Deus por tudo que ele tem sido para você. Não imite os filhos do mundo, das novelas, não seja um “rebelde sem causa”, mas um jovem crente temente a Deus e à sua palavra. Que crê que tem um papel fundamental para que a sua família seja feliz. Então a família seja feliz. Então a família que os filhos obedecem aos pais entendem que isto agrada a Deus. Estão contribuindo para sua felicidade. 

A família feliz é aquela que: 

4) Os pais tratam os filhos com moderação
“Vos, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não fiquem desanimados.
”( v.21)


Neste último versículo enfocado hoje gostaria que atentássemos para o dever dos pais na família. Mas, não adiantaria na família todos desempenharem os seus papéis se os pais falhassem na criação dos filhos. E é isto que os escritos nos ensinam. Neste conjunto de quatro versículos sobre a família, o último aborda a criação dos filhos. Analisando este texto profundamente, notamos que o que anima os filhos a melhorar é a maneira que os pais os tratam. 

Disciplinar filhos não é castigo físico. É o método pelo qual o homem aprende a diferença fundamental entre o possível e o desejado. Aprendo a diferença entre o certo e errado perante Deus. Controlo os impulsos e paixões. É ensinar a verdade em amor. ( Ef. 4:15) 

A criança nervosa é resultado de uma educação errônea. É necessário escolas onde os pais aprendam pedagogia moderna. Fala-se muito em crianças mal-educadas na formação do ser, e os pais mal-educadores, onde ficam nesta história? Um grande problema na família é quando o pai ou só a mão é crente, cresce o crente privado de amor completo e crivado de dúvidas, massacrados por elas. 

Deve haver diálogo sempre entre os pais e filhos, mesmo em meio ao conflito de gerações que é normal. 

A autoridade deve atuar nos instantes em que houver perigo para a saúde dos filhos e então os pais demonstram que uma das coisas mais importantes em suas vidas é a felicidade dos filhos.

Você que é pai deve entender que seus filhos obedientes na infância, descobrindo a independência, vão exigir liberdade. Se for dependente dos pais poderá ser vulnerável à qualquer pressão maligna e ser facilmente dominado.

Para isso você deve ficar sempre cuidadoso para não dar ordens sempre. Eles podem se tornar em estátuas e quando pensarem por si só, rebelar-se-ão contra você.

Precisamos amar os nossos filhos quando fazem coisas certas e apóia-los nas dificuldades. 

Ouvi de uma criança que ao tirar notas boas os pais não ligavam, mas ao tirar notas ruins os pais, preocupados, lhe procuravam para conversar. Como não tinha muita atenção dos pais, passou a só tirar notas baixas para receber carinho. 

Elogie seu filho. Pais vocês são responsáveis pela felicidade na sua família. E se querem ter filhos obedientes lembrem-se: “Uma criança obediente é uma criança feliz. Uma criança feliz é uma criança obediente.” 

Conclusão

Meu querido todos queremos famílias felizes. Ela é a “célula máter”da sociedade. Se ela vai mal, tudo vai mal, se ela vai bem, tudo vai bem. 

No fórum do rio de Janeiro, não há vagas nos próximos três meses para os divórcios consensuais tal é o número de pessoas desejosas de se separarem. Isto demonstra que são famílias infelizes. Poucas são as famílias equilibradas, felizes, corretas perante Deus. 

Gostaria de concluir com a história de um casal diante do juiz visando o divórcio de comum acordo, consensual.

O juiz antes de dar o veredicto final pergunta ao menino, filho do casal envolvido, com quem ele queria ficar. O menino olha nos olhos do juiz, nos olhos dos pais, e responde: Com os dois. 

Os pais tocados profundamente tomaram a decisão de reconciliar-se, afinal não valia a pena estragar a felicidade do filho por simples desentendimentos. A felicidade da família estava acima de incompatibilidades do casal, que covardemente não queria enfrentar o problema preferindo a felicidade do divórcio. 

Creio que esta família passou a ser feliz. As dificuldades do casamento existem. É impossível um relacionamento sem crises.

Você mulher, marido, filhos e pais, observem a palavra de Deus em especial Col. 3:18 a 21 e certamente terão a tão sonhada família feliz na presença de Deus. Melhore sua família e estarão melhorando o mundo. E que Deus, a todos abençoe nesta manhã e grave esta mensagem em nossos corações e mentes.

Pr. José Ricardo Pimentel 




Entendendo o Perdão


Entendendo o Perdão



“Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma cousa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta”. – Mateus 5:23,24
A reconciliação não é algo a ser praticado somente entre nós e Deus, mas também para com nossos irmãos. Reconhecemos, que, à semelhança da cruz, também temos duas linhas do fluir da reconciliação: a vertical (o homem com Deus) e a horizontal (entre os homens). O mesmo perdão que recebemos de Deus deve ser praticado para com nossos semelhantes.
QUEM NÃO PERDOA NÃO É PERDOADO
O perdão (ou a falta dele) faz muita diferença na vida de alguém. A reconciliação horizontal determina se a vertical que recebemos de Deus vai permanecer em nossa vida ou não. A palavra de Deus é clara quanto ao fato de que se não perdoarmos a quem nos ofende, então Deus também não nos perdoará. Foi Jesus Cristo quem afirmou isto no ensino da oração do Pai-nosso:
“Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. – Mateus 6:14,15
Deus tem nos dado seu perdão gratuitamente, sem que o merecêssemos, e espera que usemos do mesmo espírito misericordioso para com quem nos ofende. Se fluímos com o Pai Celestial no mesmo espírito perdoador, permanecemos na reconciliação alcançada pelo Senhor Jesus. Contudo, se nos negamos a perdoar, interrompemos o fluxo da graça de Deus em nossa vida, e nossa reconciliação vertical é comprometida pela ausência da horizontal. Cristo também nos advertiu com clareza sobre isto em uma de suas parábolas (faladas num contexto que envolvia o perdão):
“Por isso o reino dos céus é semelhante a um rei, que resolveu ajustar contas com os seus servos. 
E passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que devia dez mil talentos. 
Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o seu senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía, e que a dívida fosse paga. 
Então o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo e tudo te pagarei. 
E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora, e perdoou-lhe a dívida. 
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: paga-me o que me deves. 
Então o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo e te pagarei.
Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida. 
Vendo os seus companheiros o que havia se passado, entristeceram-se muito, e foram relatar ao seu senhor tudo o que acontecera. Então seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti? 
E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida. 
Assim também o meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão”
. – Mateus 18:23-35
O significado desta ilustração dada por Jesus Cristo é muito forte. Temos um rei e dois tipos de devedores. Se a parábola ilustra o reino de Deus, então o rei figura o próprio Deus. O primeiro devedor tinha uma dívida impagável, enquanto que a do segundo estava ao seu alcance. Não há como comparar a dívida de cada um. Dez mil talentos da dívida do primeiro servo era o equivalente a cerca de 200.000 dias de trabalho, enquanto que os cem denários que o outro servo devia era o equivalente a apenas cem dias de trabalho. Esta diferença revela a dimensão da dívida que cada um de nós tinha para com Deus, e que, por ser impagável, estávamos destinados à prisão e escravidão eterna. Contudo, sem que fizéssemos por merecer, Deus em sua bondade, nos perdoou. Portanto, Ele espera que façamos o mesmo. O cristão que foi perdoado de seus pecados e recusa-se a perdoar um irmão – seu conservo no evangelho – terá seu perdão revogado.
Isto é muito sério. As ofensas das pessoas contra a gente não são nada perto das nossas ofensas que o Pai Celestial deixou de levar em conta. E a premissa bíblica é de que se pudemos ser perdoados por Ele, então também devemos perdoar a qualquer um que nos ofenda.
A FALTA DE PERDÃO É UMA PRISÃO
Quem não perdoa, está preso. Lemos em Mateus 18:34: “E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a dívida”. A palavra verdugo significa “torturador”. Além de preso, aquele homem seria torturado como forma de punição. A prática do ministério nos revela que o que Jesus falou em figura nesta parábola é uma realidade espiritual na vida de quem não perdoa. Os demônios amarram a vida daqueles que retém o perdão. Suas torturas aplicadas são as mais diversas: angústia e depressão, enfermidades, debilidade física, etc.
Muita gente tem sofrido com a falta de perdão. Outro dia ouvi alguém dizendo que o ressentimento é o mesmo que você tomar diariamente um pouco de veneno, esperando que quem te magoou venha a morrer. A falta de perdão produz dano maior em quem está ferido do que naquele que feriu. Por isso sempre digo a quem precisa perdoar: – “Já não basta o primeiro sofrimento, porque acrescentar um outro maior (a mágoa)”?
Alguns acham que o perdão é um benefício para o ofensor. Porém, eu digo que o benefício maior não é o que foi dado ao ofensor, mas sim o que o perdão produz na vítima, naquele que está ferido. Sem perdão não há cura. A doença interior só se complica, e a saúde espiritual, emocional e física da pessoa ressentida é seriamente afetada. Em outra porção das Escrituras (onde o contexto dos versículos anteriores é o perdão), vemos o Senhor Jesus nos advertindo do mesmo perigo:
“Entra em acordo sem demora com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. 
Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo”.
 – Mateus 5:25,26
Não sei exatamente como é está prisão, mas sei que Cristo não estava brincando quando falou dela. A falta de perdão me prende e pode prender a vida de mais alguém. Isto é um fato comprovado. Tenho presenciado gente que esteve presa por tantos anos, e ao decidir perdoar foi imediatamente livre. Isto também pode acontecer com você, basta decidir perdoar.
SEGUINDO O EXEMPLO DIVINO 
Como deve ser o perdão?
A pessoa tem que pedir o perdão ou merecê-lo para poder ser perdoada? Não. Devemos perdoar como Deus nos perdoou:
“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou”. – Efésios 4:32
O texto bíblico diz que nosso perdão e reconciliação horizontal deve seguir o exemplo da que Deus em Jesus praticou para conosco. Então, basta perguntar: – “Fizemos por merecer o perdão de Deus? Não. Então nosso ofensor também não precisa fazer por merecer”.
O perdão é um ato de misericórdia, de compaixão. Nada tem a ver com merecimento. O apóstolo Paulo falou aos efésios que o perdão é fruto de um coração compassivo e benigno. O perdão flui da benignidade do nosso coração, e não por haver ou não benignidade no ofensor.
Jesus disse que se eu souber que alguém tem algo contra mim, devo procurá-lo para tentar a reconciliação. Mesmo se tal pessoa não me pr
ocurar ou nem mesmo quiser falar comigo, tenho que ter a iniciativa, tenho que tentar.
Deus ofereceu perdão gratuito a todos, independentemente de qualquer comportamento, e Ele é nosso exemplo!
NÃO HÁ LIMITE DE VEZES PARA PERDOAR
Certa ocasião, o apóstolo Pedro quis saber o limite de vezes que existe para perdoar alguém. E foi surpreendido pela resposta que Cristo lhe deu:
“Então Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete”. – Mateus 18:21,22
O Senhor declarou que mesmo se alguém repetir sua ofensa contra mim por quatrocentos e noventa vezes, ainda deve ser perdoado. Na verdade, os comentaristas bíblicos em geral entendem que Jesus não estava se prendendo a números, mas tentando remover o limite imposto na mente dos discípulos para perdoar.
Fico pensando o que seria de nós sem a misericórdia de Deus. Quantas vezes Deus já nos perdoou? Quantas mais Ele vai nos perdoar? Se devemos perdoar como também Deus em Cristo nos perdoou, então fica claro que não há limite de vezes para perdoar!
O DIABO É QUEM LEVA VANTAGEM
Já falamos que há uma prisão espiritual ocasionada por reter o perdão. E que demônios se aproveitam desta situação. Agora queremos examinar um outro texto bíblico que nos mostra nitidamente que a falta de perdão dá vantagem ao diabo:
“A quem perdoais alguma cousa, também eu perdôo; porque de fato o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo, para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios”.– II Coríntios 2:10,11
O apóstolo Paulo revela que se deixamos de perdoar, quem vai se aproveitar da situação é Satanás, o adversário de nossas almas. Disse ainda, que não ignorava as maquinações do maligno. Em outras palavras, ele estava dizendo que justamente por saber como o diabo age na falta de perdão, é que não podia deixar de perdoar.
Precisamos entender que Deus não será engrandecido na falta de perdão. Que o ofendido não lucra nada por não perdoar. Que até mesmo o ofensor pode estar espiritualmente preso. O único que lucra com isso é o diabo, pois passa a ter autoridade na vida de quem decide alimentar a ferida do ressentimento.
A Bíblia nos ensina que não devemos dar lugar ao diabo (Ef.4:27). Que ele anda em nosso derredor rugindo como leão, buscando a quem possa tragar (I Pe.5:8), e que devemos resisti-lo (Tg.4:7). Mas quando nos recusamos a perdoar, estamos deliberadamente quebrando todos estes mandamentos.
CONSELHOS PRÁTICOS 
Para aqueles que reconhecem que não há saída a não ser perdoar, mas que, por outro lado, não é algo tão fácil de se fazer, quero oferecer alguns conselhos práticos que serão de grande valia.
Primeiro, o perdão não é um sentimento, é uma decisão e também uma atitude de fé. Já dissemos que o perdão não é por merecimento, logo, não tenho motivação alguma em minhas emoções a perdoar. Não me alegro por ter sido lesado, mas libero aquele que me lesou por uma decisão racional. Portanto, o perdão não flui espontaneamente, deve ser gerado no coração por levar em consideração aquilo que Deus fez por mim e sua ordem de perdoar. As conseqüências da falta de perdão também devem ser lembradas, para dar mais munição à razão do que à emoção.
É preciso fé para perdoar. Certa ocasião quando Jesus ensinava seus discípulos a perdoarem, foi interrompido por um pedido peculiar:
“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. 
Se por sete vezes no dia pecar contra ti, e sete vezes vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe. Então disseram os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé”.
 – Lucas 17:3-5
Naquele instante os discípulos reconheceram que para praticar este nível de perdão iriam precisar de mais fé. E Jesus parece ter concordado, pois nos versículos seguintes lhes ensinou que a fé é como semente, quanto mais se exercita (planta) mais ela cresce (se colhe).
É necessário crer que Deus é justo e que Ele não nos pede mais do que aquilo que podemos dar. Se Deus nos pediu que perdoássemos, Ele vai nos socorrer dispensando sua graça no momento em que tivermos uma atitude de perdão.
Muitas vezes o perdão precisa ser renovado. Depois de declarar alguém perdoado, o diabo, que não quer perder seu domínio, vai tentar renovar a ferida. Em provérbios 17:9 as Escrituras Sagradas nos falam sobre encobrir a questão ou renová-la. É preciso tomar uma decisão de esquecer o que houve, e renovar somente o perdão. Cada vez que a dor tentar voltar, declare novamente seu perdão. Ore abençoando seu ofensor. Lute contra a mágoa!
É importante ver os ofensores como vítimas. Isto é algo especial que vejo em Jesus na cruz:
“Contudo Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. – Lucas 23:34 
Em vez de olhar para eles como quem merece punição e castigo, Jesus enxerga que eles também eram vítimas. Aqueles homens estavam em cegueira e ignorância espiritual, debaixo de influência maligna, sem nenhum discernimento de quem estavam de fato matando. Eram vítimas de todo um sistema que os afastou de Deus e da revelação das Escrituras. E ao reconhecer que ele é que eram vítimas, em vez de alimentar dó de si mesmo (como nós faríamos), Jesus teve compaixão deles.
Acredito que este é um princípio para o perdão fluir livremente. Assim como Jesus o fez, deixando exemplo, Estevão, o primeiro mártir do Cristianismo, também o fez:
“Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado”. – Atos 7:60
Quando você começa a enxergar as misérias da vida espiritual de seu ofensor (ao menos a que manifestou no momento de te ferir), e canaliza o amor de Deus por ele, como você também necessita do amor divino ao se achegar arrependido em busca de perdão, a coisa fica mais fácil. 
Por Pr. Luciano Subirá

ALICERCES DO CASAMENTO


ALICERCES DO CASAMENTO

“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne. E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.” (Gn 2:24,25)

Quando Deus criou o casamento, Ele o fez para que homem e mulher pudessem completar um ao outro em suas necessidades espirituais, emocionais, intelectuais, físicas e sociais. Para que o casamento cumpra o propósito é necessário, porém, que esteja alicerçado na Rocha que é Jesus.

O alicerce é a base sobre a qual se constrói um muro, uma casa, um edifício. A Bíblia diz em Lucas 6:48 “É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída.”

O fato é que quando casamos trazemos toda a carga familiar que adquirimos em toda a nossa criação. Normalmente não aprendemos que só devemos conservar essa herança familiar se ela for boa e o que acontece é que preservamos conosco o bom e o ruim, o que pode prejudicar o relacionamento conjugal. Portanto, para a realização plena da aliança é necessário amadurecimento e emancipação (Gn 2:24).

Ao formarmos uma família, devemos aprender a tomar as decisões em casal, sem nos deixar influenciar pelas posturas de nossos pais e familiares. E para isso é preciso libertação de algumas amarras que muitas vezes tentam prender os cônjuges.

O casal deve buscar fortalecer um ao outro, tendo como prioridade gerar amor, comunhão e respeito no dia-a-dia. Tudo na aliança vem através da dedicação mútua e é alcançado quando o homem e a mulher decidem:


1. Deixar a dependência emocional.

“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne.” (Gn 2:24)

O casal, após firmar aliança, não deve morar com os pais de nenhum dos cônjuges, mas precisam ter em mente que construir uma família fala de viver um para o outro, cuidando um do outro. A provisão para o lar virá do trabalho dos dois e não mais dos pais, como antes.

2. Deixar os hábitos e heranças espirituais da família.

“...sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais...” (I Pe 1:18).

Muitas vezes, em virtude da convivência com os pais corremos o risco de nos tornarmos vítimas de um comportamento que poderá nos aprisionar por toda a vida. E ao entrarmos no casamento precisamos renovar a mente com base na Palavra de Deus.

Não podemos preservar conosco o que não é bom, por isso decida romper com todos os hábitos e heranças espirituais que você adquiriu em sua família que não contribuirão de forma benéfica para o seu relacionamento conjugal. Construa seu casamento firmado na Rocha.


3. Deixar a influência de certas palavras

“A morte e a vida estão no poder da língua, o que bem a utiliza come do seu fruto.” (Pv 18:21)

No decorrer de nossas vidas recebemos muitas palavras que são contrárias ao propósito que Deus tem para nós. Quantas palavras que foram liberadas no reino do espírito e acabaram nos influenciando, de forma errada, a maneira de pensar e de agir. Essas palavras podem interferir no relacionamento e portanto, devem ser renunciadas.

A língua maligna destrói o caluniador, o caluniado e o ouvinte e a morte causada por essas palavras, na maioria das vezes não é física, mas é mortal, porque nem sempre pode ser vista, por isso mata a alma.


4. Deixar problemas de relacionamento familiar

“...tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem; e ninguém seja devasso, ou profano como Esaú, que por uma simples refeição vendeu o seu direito de primogenitura.” (Hb 12:15,16)

Muitas pessoas foram vítimas de agressões físicas, emocionais, sexuais e hoje carregam amargura na alma, lembranças dolorosas que podem afetar os sentimentos em relação aos pais e conseqüentemente em relação ao cônjuge.

A amargura prejudica o lar e impede que as bênçãos cheguem até o casal. Portanto, não alimente sentimentos negativos em sua vida, busque a cura de Deus para que você e o seu cônjuge tenham a melhor família de toda a terra.

Faça o conserto que for preciso, mas decida pela cura. A cura é o único meio pelo qual todo o peso do passado é removido. Precisamos arrancar todas as raízes de amargura que foram construídas no passado, porque toda raiz de amargura produz frutos amargos e nós fomos chamados a viver uma vida de plenitude, Jesus conquistou essa vida na cruz do calvário.

Deus tem bênçãos para a família de Gênesis a Apocalipse. Como Seus filhos temos um direito e uma herança de vivermos cada uma dessas bênçãos. Não abra mão de ter uma família alicerçada nas bases que a Palavra apresenta. Usufrua as benécies de Deus para o seu relacionamento conjugal, dessa forma vocês só têm a ganhar


Felicidade


Felicidade Realista

Mário Quintana


A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá d entro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.